Meus 48 Livros Lidos em 2024: Um Ano de Crescimento e Aprendizado


O ano de 2024 acabou, as férias também, e já estou pronto para retornar ao trabalho amanhã. Com novas leituras e livros à frente, não posso deixar de refletir sobre os 48 livros que li ao longo de 2024, totalizando 8594 páginas, além de pesquisas em outros livros para trabalhos. Cada um deles me ajudou de alguma forma, seja para passar o tempo ou para o meu crescimento pessoal e intelectual.

Em janeiro, mergulhei na "Filosofia Maçônica para Iniciados" de Roberto Adriano Baldessar Zim, que abriu minha mente para novos conceitos filosóficos (96 páginas). Também explorei "A História dos Ritos Maçônicos Praticados no Brasil" de Paulo Maurício de Moraes Magalhães (240 páginas), que me proporcionou uma visão detalhada da maçonaria em nosso país. O humor irônico de "Brasileiros Pocotó" de Luciano Pires (140 páginas) me fez rir e refletir sobre a cultura nacional. E, claro, a análise profunda de Bernard Gazier sobre "A crise de 1929" (220 páginas) foi fundamental para entender o impacto dessa crise na economia mundial.

Em fevereiro, aventurei-me no épico "Trilogia do Templo - Volume II - Zorobabel: Reconstruindo o Templo" de Zé Rodrix (642 páginas), que foi uma viagem fascinante pela reconstrução do Templo. "1356" de Bernard Cornwell (420 páginas) trouxe batalhas históricas e heroísmo medieval à tona.

Março trouxe mistérios e sabedoria com "Os segredos do Templo de Salomão" de Kevin L. Gest (410 páginas), além de reflexões filosóficas com "Epicuro: ser feliz é impagável" de Jean Tosetto (22 páginas). A obra "Vida 3.0" de Max Tegmark (500 páginas) fez-me refletir sobre o impacto da inteligência artificial no futuro humano, enquanto "O Infante D. Henrique e a arte de navegar dos Portuguezes" de Vicente de Almeida de Eça (64 páginas) me transportou para a era das grandes navegações.

Abril foi um mês de diversidade literária. Desde "Ensaios sobre a espionagem" de José Navas Júnior (30 páginas) e a imaginativa "A chegada de Lampião no Céu" de Guaipuan Vieira (10 páginas), até o clássicos "A porta no muro" de H.G. Wells (25 páginas) e "Marcelino Pão e Vinho" de José Maria Sanchez Silva (128 páginas).. O estudo maçônico continuou com "O Trabalho do Maçom - de aprendiz a mestre: As grandes questões" de Roberto Adriano Baldessar Zim (178 páginas), e com "A Constituição de Anderson" traduzida por Kennyo Ismail (120 páginas). "Anais Maçônicos Fluminenses" de Cloves Gregório (63 páginas) trouxeram um olhar histórico sobre a maçonaria no Rio de Janeiro. Outras leituras incluíram "Boa noite, Pinguim" de Denise Peixoto (9 páginas), "O Bode Com Olhos de Mel" de Marco Alzamora (7 páginas), "Tábua de Esmeralda" traduzida por Peterson do Nascimento (36 páginas) e "O Construtor" de Luiz A. Rebouças Dos Santos (293 páginas). 

Maio foi marcado por leituras profundas, como "A montanha mágica" de Thomas Mann (856 páginas), que me transportou a um sanatório nos Alpes Suíços, e "O Cristianismo Primitivo" de Friedrich Engels e Rosa Luxemburg (57 páginas), um péssimo livro que forneceu uma análise histórica do cristianismo, mas com o objetivo de converter os leitores ao socialismo. "O Homem de Constantinopla" de José Rodrigues dos Santos (504 páginas) contou a intrigante história do empresário armênio Calouste Gulbenkian.

Em junho, "As Cruzadas, os Templários e a Maçonaria" de Rosaldo Bonnet (248 páginas) desenharam um panorama rico de traição, poder e fé. "Um Milionário em Lisboa" de José Rodrigues dos Santos (672 páginas) ofereceu uma narrativa cativante sobre riqueza e sobrevivência. "O Homem mais rico da Babilônia" de George S. Clason (160 páginas) trouxe lições valiosas sobre finanças pessoais. "Instruções Secretas dos Jesuítas" de Charles Sauvestre (130 páginas) proporcionou um olhar intrigante sobre as diretrizes e táticas da ordem religiosa.

Julho foi mês de introspecção e descoberta. "À escuta do infinito: Estamos mais perto de Deus?" de Marcelo Gleiser e Gianfranco Ravasi (70 páginas) explorou a conexão entre ciência e espiritualidade. "Ted Talks: o guia oficial do TED para falar em público" de Chris Anderson (240 páginas) foi um guia essencial para melhorar minha comunicação. "Eu sou" de Jean-Yves Leloup (98 páginas) trouxe reflexões profundas sobre espiritualidade e identidade. "Jesus Cristo bebia cerveja" de Afonso Cruz (198 páginas) combinou humor e crítica social de forma brilhante. "O Quinto Movimento - Propostas para uma construção inacabada" de Aldo Rebelo (252 páginas) apresentou ideias provocativas para o futuro da sociedade.

Em agosto, "Não ponha um ponto final onde Deus pôs uma vírgula" de Shiva Ryu (208 páginas) me ofereceu uma perspectiva inspiradora sobre resiliência e fé.

O livro de Setembro foi "Pátria, Deus e Família" de Hugo Gonçalves (456 páginas) que me transportou para Lisboa de 1940, onde uma série de homicídios de matizes religiosos abalam a cidade em meio a uma Europa em guerra e com Portugal na encruzilhada. Mistura fatos históricos com uma narrativa envolvente, explorando a complexidade dos tempos de guerra e as reviravoltas políticas.

Outubro trouxe reflexões diversas com "Pensatempos - Textos de Opinião" de Mia Couto (157 páginas) e "Santo Agostinho em 90 minutos" de Paul Strathern (76 páginas). "Notre-Dame: A história de uma catedral" de Ken Follett (82 páginas) foi uma leitura fascinante sobre a icônica catedral de Paris. Além disso, "Lança e Presa" de Robert E. Howard apresentou um universo onde, nessa Terra Selvagem, ou você é o caçador ou a presa, incentivando o aprendizado contínuo e a construção de relacionamentos essenciais.

Novembro trouxe uma variedade de leituras, desde "O macaco bêbado foi a ópera" de Afonso Cruz (62 páginas) até obras de Marco Alzamora como "Sociologia Urbana Antropologia" (16 páginas), "A Rua... Nua!" (18 páginas) e Sem anos de solidão (17 páginas). "33 parábolas do Mestre Jesus" de minha autoria (180 páginas) ofereceu reflexões espirituais. Outros destaques "A flor de ouro" de Camila Dias (11 páginas), "Fusca Solar" de M.J. Azenha (13 páginas), "A Alma na Máquina: A Busca por Pertencimento" de Bruno Medeiros (124 páginas), e "BOAZ: Uma Jornada de Simbolismo e Sabedoria" de Daniel Gomes (21 páginas).

Finalmente, dezembro mês de confraternizações, viagens e passeios, com isso não consegui terminar  a leitura nenhum livro, mas sempre que dava li algumas páginas.

Cada um desses livros não só me proporcionou momentos de lazer e aprendizado, mas também contribuiu significativamente para o meu desenvolvimento pessoal. Vamos ver o que 2025 trará em termos de novas leituras e conhecimentos. E você, quais foram os livros que marcaram o seu ano? 

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